“Moral das Horas” é destaque na CULT 187

"Moral das Horas" é destaque na CULT 187


“Urucuia”. Pontos de venda

Livraria Mineiriana, Quixote, Status, Scriptum, Asa de Papel, Leitura (Pátio Savassi e Boulevard Shopping), Café Book, Livraria do Palácio.


“Moral das Horas”. Pontos de venda

Livraria do Palácio, Livraria do Palácio (Centro Cultural Banco do Brasil), Mineiriana, Scriptum, Asa de Papel, Status, Leitura (Pátio Savassi e Boulevard Shopping).


Siúves: A força da poesia

ANTÔNIO SIÚVES AUTOGRAFA “MORAL DAS HORAS”,

UM DOS GRANDES LANÇAMENTOS DA POESIA BRASILEIRA

ASFOTOCAPA

O escritor, poeta e jornalista Antônio Siúves lança seu aguardado livro de poemas “Moral das Horas” na manhã do dia 30 de novembro, das 10h às 12h, na Biblioteca Pública Estadual Luiz de Bessa (Praça da Liberdade, 21, Belo Horizonte).

“Moral das Horas” se coloca em um espaço literário entre o lirismo atinado e a irrisão de poetas e humanistas que buscaram retratar nossa condição espiritual. Siúves explora veios de amor, ódio, vaidade, desespero e loucura em ruas de Belo Horizonte ou de Paris, na TV, na internet e na clivagem da memória, transformando-se em artífice e protagonista de poemas capazes de arrebatar mesmo leitores menos afeitos à poesia. Nada escapa à sensibilidade e ao interesse do autor: os laços frios das redes sociais, os descaminhos da imprensa, a matemática da vaidade, o cientificismo e o estatuto da arte ameaçada de morte, quando não a própria ideia (escamoteada) do absurdo da vida.

Exposição original sobre o espírito da época, “Moral das Horas” reúne poemas assombrados na zona fronteiriça deste começo de século. Entramos a viver o advento do chamado “pós-humano”, sob a hegemonia da tecnociência? Como o Facebook e outros meios afins, as drogas reguladoras do humor e da inteligência afetam a memória e nossas ideias sobre o amor, a arte e a liberdade?

No posfácio da publicação, o poeta Sebastião Nunes, que o coloca sobre a influência de Carlos Drummond de Andrade, observa que “Siúves vai mais fundo, descendo aos abismos fundadores da melhor poesia (…) É um poeta interessado no mundo e na vida, e seu olhar é multifacetado. Ainda inédito, olha com desconfiança a própria obra, assim como encara com desconfiança a vida que nos foi dada, e que torna a todos nós escravos do presente, fugitivos da tragédia. Não existe saída, nem ao menos porta”.

Antônio Siúves, 52 anos, jornalista há 27, atuou como repórter, cronista, crítico cultural, editor e chefe de redação nas principais publicações de Belo Horizonte. Trabalhou nos jornais Diário de Minas (1986-1988), DM (1989), Hoje em Dia (1991-1996) e O Tempo (1996-2006), onde ajudou a planejar editorias e definir coberturas inovadoras. Em 2007, trocou as redações por empresa própria, dedicando-se à comunicação institucional, enquanto mantém um blog de poesia.


Leitura do Pátio Savassi

  Leitura do Pátio Savassi


Coluna de Luiz Giffoni

Coluna de Luiz Giffoni ,  Letra no ar, retrata  “Urucuia” de Roberto Mendonça.

https://audioboo.fm/boos/1524853-livro-no-ar?

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“Urucuia”

Disponível nas principais livrarias de Belo Horizonte, a partir de 5 de agosto.

R$ 40,00

Pedidos: contato@manduruvaeditora.com.br


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Roberto Mendonça lança “Urucuia” em julho

 

Ele publicou apenas um livro e é considerado “o mestre das crônicas” por Antônio Barreto, papa-prêmios da literatura mineira.

“Autor privilegiado, enfeitiça-nos com seu texto, leva-nos a descobrir a grandeza do singelo”, escreve Luís Giffoni sobre Roberto Mendonça.

Para o escritor, poeta e jornalista Antônio Siúves, “o cronicar de Roberto, ainda que reverencie o pendor de um Braga (e são nítidos os ecos do Bruxo Eterno), traz em si o frescor da originalidade delicada e cortante”.

O saudoso Roberto Drummond o via como “o pé-de-coelho da crônica”.

Sobre ele, registra o escritor Carlos Herculano Lopes: “Tudo pode dar crônica, desde que tenhamos olhos para captar o momento e coração para guardá-lo. Roberto Mendonça, jornalista experimentado nos embates da profissão e da vida, sabe disso tudo, e muito mais”.

“Urucuia”, o segundo livro de crônicas de Roberto Mendonça, será lançado dia 30 de julho de 2013, na Biblioteca Pública Estadual Luiz de Bessa, em Belo Horizonte. A edição da Manduruvá tem prefácio do escritor Luís Giffoni.

O primeiro livro, “Crônicas do Fim do Tempo”, publicado há dez anos, hoje cult, será relançado em edição de luxo na mesma noite. A edição original da Manuscritos, do editor Álvaro Gentil, esgotou-se rapidamente e representou recorde de vendas na época.

Roberto Mendonça afirma que, com “Urucuia”, encerra a produção de crônicas para publicação em livros impressos. Ele acaba de finalizar a edição de poemas “João de Barros e Outras Pessoas”, com fotografias de Marcelo Prates, e o primeiro CD, “Água de Mina”, com dez composições inéditas, ambos para apresentação ainda este ano. O show de lançamento de “Água de Mina” está marcado para 17 de abril de 2014, no teatro Sesiminas de Belo Horizonte.

Escritor, músico, artista gráfico, professor universitário, jornalista e editor, Roberto Mendonça, desde março deste ano, dedica-se integralmente aos livros e à música em seu sítio em Jaboticatubas, nas cercanias do Parque Nacional da Serra do Cipó. Vive isolado e pretende transformar, com ajuda do irmão Rodrigo, seis hectares de sua propriedade em parque ecológico com espécies raras do cerrado.

 


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